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O Centro de Estudos RIOTERRA é uma OSCIP, sem fins lucrativos, criada em 1999 com a missão de defender a identidade amazônica, valorizando a cultura e o uso sustentável do meio ambiente, contribuindo para uma sociedade justa, democrática e participativa. Atuamos nas áreas de meio ambiente, educação e cultura. Possuímos um corpo técnico multidisciplinar com graduados e pós-graduados (mestres e doutorandos).

Desenvolvemos projetos voltados para o uso sustentável da floresta em comunidades tradicionais de Rondônia, tendo como foco a atuação fortemente voltada para questões socioambientais. Atrelamos sempre o desenvolvimento econômico às atividades de fortalecimento do capital social. Nos últimos dez anos, realizamos projetos com indígenas, ribeirinhos, pescadores e agricultores familiares, prezando pela participação e valorização do conhecimento tradicional.

O Centro de Estudos Rioterra acredita que contribuindo com processos de melhoria de geração de renda através de agregação de valor, formas alternativas e mais eficazes de produção, práticas de mercado justo e solidário às populações tradicionais amazônicas valorizando a utilização dos recursos existentes na região de forma sustentável poderemos diminuir a pressão sobre os recursos naturais e melhorar aspectos de conservação na Amazônia. Trabalhamos para a formação de uma sociedade crítica, consciente de seu contexto socioeconômico e ambiental, capaz de propor um modelo de desenvolvimento para região amazônica que valorize o conhecimento das populações tradicionais, que alie conservação e sustentabilidade.

Sobre PESQUISAS – Realizamos pesquisas sobre manejo pesqueiro, estabilidade de sistemas quanto a erosividade, monitoramento de recursos hídricos, ordenamento de bacias como unidades de planejamento na Amazônia e organização e assistência às associações de base (populações tradicionais e agricultores familiares) para melhorar aspectos ligados a gestão e ao ordenamento territorial regional (ver mais em www.rioterra.org.br). Estamos realizando pesquisas sobre fixação de carbono a partir de recuperação de áreas de proteção permanente para agricultores familiares associadas a trabalhos de identificação de espécies nativas, regularização fundiária e fortalecimento do capital social de Itapuã do Oeste, no intuito de estudar modelos que possam ser replicados em outros pontos da Amazônia que tenham características de meio físico semelhantes a região estudada.