Dia do Agricultor tem mostra de cinema em Itapuã do Oeste

Dia do Agricultor tem mostra de cinema em Itapuã do Oeste

Dia 28 de julho foi o dia do agricultor e como forma de homenagem aos trabalhadores e trabalhadoras do campo, o Centro de Estudos Rioterra e a Prefeitura Municipal de Itapuã do Oeste junto com o Projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, realizaram uma mostra de filmes com os mais diversos temas sobre agricultura, ecologia, meio ambiente e sustentabilidade. O evento foi realizado no Auditório Municipal Eduardo Valverde e contou com a presença de vários agricultores, alunos e professores do município que assistiram os filmes comentando, dando risadas e aplaudido a cada exibição. Após a mostra houve sorteio de brindes do projeto para os presentes.

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DINÂMICAS DE CARBONO SÃO ESTUDADAS EM SAFs AMAZÔNICOS

DINÂMICAS DE CARBONO SÃO ESTUDADAS EM SAFs AMAZÔNICOS

004Muito pouco se sabe como funcionam as dinâmicas de carbono nos sistemas agroflorestais (SAFs) na Amazônia. O tema é de extrema relevância no atual cenário para o desenvolvimento da Amazônia, pois os SAFs podem desempenhar um papel fundamental para conservação da região, bem como nos processos de adaptação e combate às mudanças climáticas.

Os SAFs podem contribuir para diminuir desmatamentos e dar novos usos para áreas degradadas, permitindo aos agricultores diversificar e aumentar sua renda, bem como melhorar aspectos de segurança alimentar, além claro dos benefícios de absorção e estocagem de carbono.

Com o intuito de compreender as relações de absorção e estocagem de carbono nos solos, na vegetação acima e abaixo dos solos e na serapilheira, pesquisadores do CES Rioterra, Universidade Federal de Rondônia – UNIR e Universidade Federal do Paraná – UFPR, estão desenvolvendo pesquisas nas áreas implantadas há 5 anos pelo projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental.

Os dados iniciais, coletados entre os dias 18 e 23 de julho, mostram elevado potencial para absorção. “Os levantamentos preliminares mostram que os SAFs são verdadeiras bombas de sugar carbono, e podem ser bastante significativos no tocante à retirada desse gás de efeito estufa da atmosfera. Vimos que a estocagem pode alcançar valores próximos a 80 toneladas de carbono. Isso pode ser aumentado a depender das espécies utilizadas”, comentou Carlos Sanquetta, Doutor em Engenharia Florestal da UFPR.

“Temos poucos estudos sobre carbono estocado nos solos da Amazônia. Menos ainda sobre dinâmicas de acumulação, estocagem e emissão. Esses estudos nos permitirão obter informação numa escala de detalhes sobre o funcionamento deste compartimento que contém muito mais carbono que aquele estocado na vegetação. Os solos podem se tornar uma imensurável fonte de emissões se perturbado, por isso as ações de conhecimento para fins de planejamento são tão importantes”, falou Alexis Bastos, Doutor em Geografia do CES Rioterra.

Novas etapas de coleta estão previstas para janeiro.

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HORTAS COMUNITÁRIAS COMO MEIO DE INCLUSÃO SOCIAL

HORTAS COMUNITÁRIAS COMO MEIO DE INCLUSÃO SOCIAL

A situação de vulnerabilidade social em que vivem famílias dos municípios de atuação do Centro de Estudos Rioterra foi fator que motivou o desenvolvimento de um projeto para construção de hortas comunitárias, com o objetivo de promover a inclusão de mulheres e jovens em situação de vulnerabilidade social.

Neste contexto, foi realizado entre os dias 21 e 24 de junho de 2016, no Viveiro Municipal de Itapuã do Oeste, o curso de Olericultura (cultivo de legumes e hortaliças). Este curso faz parte das ações do Projeto “Semeando Sustentabilidade”, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental.

“Uma das etapas para a criação da horta comunitária foi a realização deste curso de Olericultura, ele nos possibilitou conhecer melhor as integrantes que serão selecionadas para participar da horta comunitária”, disse Lidiane Camacho, educadora do CES Rioterra.

Durante o curso foram abordados assuntos como a construção dos canteiros, manutenção e o cultivo das plantas, sempre primando pelo protagonismo das participantes, que colocaram a mão na massa aprendendo como trabalhar com as hortas desde a organização até a utilização de técnicas agroecológicas para evitar o desperdício de nutrientes da terra.

“Ao promovermos ações de afirmação, como esta junto às mulheres da comunidade, trabalhamos não apenas a inclusão, mas o resgate de autoestima, possibilidades de geração de renda, segurança alimentar e, também, formas de aproveitar pequenos espaços, inclusive na área urbana como meio para fortalecer a agricultura familiar”, complementou Janaína D. Alves, educadora do CES Rioterra.


ENQUANTO ISSO…

A horta comunitária implantada pelo projeto em abril na Escola Municipal Cecília Meireles, na linha B40, em Itapuã do Oeste, começa a dar frutos, ou melhor, vegetais.

“É muito gratificante ver que os alunos entenderam a proposta e adotaram a horta. Hoje a primeira coisa que eles fazem ao chegar na escola é visitar os canteiros para ver se tudo está bem. Há alguns dias atrás fizemos a primeira colheita de rúcula que já foi usada na merenda. Na próxima semana faremos a colheita da alface. Os alunos esperam ansiosos”, falou a diretora da escola Luciana Monteiro.

“A partir do momento em que os parceiros viram que a escola, de fato, cuidou da horta, também passaram a apoiar. A prefeitura cedeu alguns materiais como carrinho de mão e pequenas ferramentas. Ficamos felizes com o envolvimento da escola e aceitação da prefeitura do projeto. Quem sabe possamos replicar essa ação para outras escolas. O potencial enquanto ferramenta para educação é enorme”, disse Alexandre Queiroz educador do CES Rioterra.

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SEMEANDO É APRESENTADO NA LINHA AZUL 2

SEMEANDO É APRESENTADO NA LINHA AZUL 2

Aconteceu ontem, em Itapuã do Oeste, linha Azul 2, na sede da Associação de Produtores Rurais da Linha Azul – APRAZUL, com o objetivo de apresentar o projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e executado pelo Centro de Estudos Rioterra.

Dentre as ações prevista, duas chamaram a atenção dos agricultores e agricultoras: as hortas comunitárias e os trabalhos de recuperação de áreas degradadas, devido as possibilidades de diversificação e aumento da renda.

“Aderir ao projeto e trabalhar em parceria com a Rioterra vai permitir avanços para nossa associação, pois teremos apoio para desenvolver não apenas a parte produtiva, mas para fortalecer nossa organização para lutarmos por nossos direitos”, falou Franklin Ferreira, vice-presidente da APRAZUL.

Os presentes também se mostraram interessados em ações de intercâmbio. Segundo eles, estas atividades permitem que os agricultores conheçam outras culturas e possam trocar, pessoalmente, conhecimentos com aqueles que as desenvolvem.

“Já temos previsto um intercâmbio para o mês de junho na sede da Ceplac, em Ouro Preto, para que os agricultores conheçam sistemas agroflorestais com emprego de cacau clonal. Esperamos em breve realizar outras atividades similares para que possam conhecer experiências de sucesso em Rondônia no tocante a organização social também. Vemos que esse ponto é fundamental para o desenvolvimento rural. O que temos encontrado são organizações fragilizadas e necessitando de assessoria em vários campos. Esperamos contribuir para mudança desse cenário através do projeto”, disse Janaina D. Alves, Educadora do CES Rioterra.

Novas reuniões estão sendo agendadas. Se você reside na área de atendimento do projeto Semeando Sustentabilidade e tem interesse em conhecer nossas ações, agende uma reunião para sua associação através dos telefones (69) 32312583 ou (69) 92936553 (Janaína).

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EMBRAPA E RIOTERRA EM PARCERIA PARA DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA

EMBRAPA E RIOTERRA EM PARCERIA PARA DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA

A Embrapa Rondônia e o CES Rioterra têm desde maio discutido formas de atuação conjunta voltada para o desenvolvimento da agricultura familiar em Rondônia. O foco principal das ações são pesquisas na área da agricultura visando melhorar a produção por unidade de área em ambientes já alterados das propriedades rurais.

Um dos objetivos é que estas áreas sejam incorporadas ás áreas produtivas das propriedades, possibilitando aos agricultores diversificar e melhorar a renda, bem como diminuir as pressões de desmatamento, colaborando assim, para conservação da biodiversidade.

Como atividade inicial, técnicos do CES Rioterra que participam do projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do programa Petrobras Socioambiental, receberam capacitação nos dias 14 e 15 de junho sobre a produção de café clonal na sede da Embrapa Ouro Preto.

“O café clonal pode ser uma excelente opção para agricultores da região, pois além de ser uma cultura conhecida por eles, o que facilita o manejo, permite elevados níveis de produção por unidade de área, consequentemente, levando a maiores ganhos na hora da venda”, falou o engenheiro agrônomo Uéliton Pinheiro, CES Rioterra.

“Esse material genético é o ideal para os agricultores, pois a sua alta produção e uniformidade dos frutos é um excelente atrativo. Temos que cada dia mais buscar tecnologias para melhorar a vida no campo. Melhorar a produção, os ganhos com um trabalho relativamente igual ou menor que as produções convencionais é um dos exemplos que podemos trazer para atualidade no tocante a tecnologia no campo”, falou Dejesus Ramos, botânico prático e viveirista CES Rioterra.

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No mês do Meio Ambiente Semeando Sustentabilidade promove ações na Capital e interior

No mês do Meio Ambiente Semeando Sustentabilidade promove ações na Capital e interior

Sensibilizar a sociedade para as questões relacionadas às mudanças climáticas e mostrar que é possível, com ações simples, contribuir para a conservação ambiental e a melhoria da qualidade de vida. Esta é a proposta em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (05 de junho) do Projeto Semeando Sustentabilidade, patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental e executado pelo Centro de Estudos Rioterra.

Durante todo o mês o setor de Educação do CES Rioterra fará várias ações voltadas à difusão do conhecimento em Porto Velho e interior. As atividades começam com um concurso de redação entre alunos das escolas de Ensino Médio dos municípios de Itapuã do Oeste, Cujubim e Rio Crespo, sobre temas relacionados às mudanças climáticas.

Os alunos do 1° Ano farão a redação sobre o tema “O Homem e o clima”; “Mudanças climáticas e a Amazônia”, foi o argumento escolhido para os alunos do 2° Ano; e para aqueles que já estão no 3° Ano o tema é “Mudanças climáticas e agricultura familiar”. De acordo com o cronograma, de 06 à 10 de junho, os alunos farão as redações com auxílio dos professores; na semana de 13 à 17 os textos serão corrigidos e os três melhores de cada turma de todas as escolas ganharão prêmios. Nos dias 20 e 21 haverá cerimônias de premiação com entrega de brindes. No final de junho um Dia de Campo com visita ao projeto Semeando Sustentabilidade e à Floresta Nacional do Jamari.

“Escolhemos trabalhar com estudantes na adolescência como forma de ampliar os debates sobre mudanças climáticas e seus impactos para o meio rural na Amazônia. Assim contribuímos com a educação dos jovens de nosso estado e democratizamos o debate sobre as questões que envolvem o clima”, justificou Janaína Alves, do Setor Educação do Centro de Estudos Rioterra.

Mostra artística na Capital

Em Porto Velho, o Centro de Estudos Rioterra vai participar da ação educativa “Ação cidadã: todos pelo bem comum”, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental de Rondônia – Sedam. Várias atividades estarão disponíveis à comunidade na praça Aloísio Ferreira, das 15h às 20h.

“Teremos uma Exposição Fotográfica das ações do projeto Semeando Sustentabilidade; uma mostra de sementes florestais e vídeos ambientais; doação de mudas de espécies frutíferas, de arborização e de horticultura; e demostração de defensivos agrícolas naturais com dicas para cultivo de hortas agroecológicas. “Nossa proposta é alertar sobre os ricos à saúde e ao meio ambiente do uso de agrotóxicos e mostrar que existem alternativas naturais contra a maioria das pragas. Para isso, faremos receitas caseiras e mostraremos ao público como utilizá-las em casa”, explicou Alexandre Queiroz, do setor de Educação do Centro de Estudos Rioterra.

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